quarta-feira, maio 07, 2008
Fechadas as urnas...
segunda-feira, maio 05, 2008
Já que a Madonna...
Assim, num pequeno post educativo, e para quem gosta de música pra abanar o traseiro (e não só), aqui fica a lição: "Como fazer um dos meus remixes favoritos para o "4 minutes" da Madonna".
E agora, o resultado final:
Na verdade...
Na 5ª feira passada, início de um fim-de-semana prolongado de 4 curtos dias, fui assistir ao espectáculo que se adivinhava grandioso, dava a enorme publicidade e o facto de os bilhetes serem caros e difíceis de arranjar. E, tendo em conta as produções a que já tinha assistido na tv, estava à espera de algo que realmente me fizesse soltar uns "ohh!" e uns quantos "AH!" de surpresa e admiração. Mas não.Se é um facto adquirido que, em geral, os espectáculos do Cirque du Soleil se distinguem dos demasiados circos pela sua inovação e excelência na apresentação, desta vez parece-me que, sem prejuízo da caracterização e guarda-roupa das personagens, não existiu nenhum número que se possa chamar de memorável. Admito que é um facto que o Cirque du Soleil consegue integrar muito bem os números que são apresentados na pista com a banda sonora que acompanha todo o espectáculo e que, com esse artifício, se distingue dos restantes circos porque, de uma certa maneira, transforma-se de uma série de apresentações isoladas num espectáculo único e integrado em que as apresentações dos vários artistas fluem num mesmo cenário.
Em relação aos números em si, nada de novo. Nunca fui um verdadeiro apreciador de circo, mas das poucas vezes em que assisti a estes espectáculos (quer ao vivo, quer na tv), vi números muito semelhantes (quiçá mesmo iguais) aos que o Cirque du Soleil trouxe até Lisboa que, não deixando de ser impressionantes para um ser humano "médio", não fazem juz à sua reputação.
Como ponto alto, na minha opinião, talvez o exercício de força, na foto (e, se eu digo "talvez" é porque realmente é difícil escolher um número "grandioso"...)

Como ponto mais medíocre, a iluminação durante um número de corda: enquanto uma senhora dava voltas e voltas e sabe-se lá mais o quê agarrada a uma corda a uns quantos metros do chão, era iluminada por um holofote, por trás dela, que incidia directamente sobre os olhos do público. Deste número efectivamente não posso dizer grande coisa, porque apenas vi sombras...
Em suma... valeu pela experiência, mas não repetiria.
Continuando as experiências de fim-de-semana prolongado, na 6ª feira foi dia de experimentar o Spa H2omem. O lema é "o spa que faz o seu género" e dirige-se exclusivamente a público masculino mas, indo directamente para as conclusões desta pequena crítica, tenho a dizer que realmente não faz muito o meu género, não senhor...
Mas vamos por partes: em termos de decoração não tenho tenho nada a apontar. Muito sóbrio, muito zen, muito cimento afagado nas paredes misturado com elementos decorativos com reminiscências tribais e naturezas mortas (entenda-se madeira) que, num todo, é agradável aos sentidos.
A sala do tratamento escolhido (massagem) continua esteticamente agradável mas a música ambiente, num volume mais elevado, torna os ritmos celtas e os passarinhos pipilantes demasiado evidentes para o objectivo pretendido de relaxar apenas ao fim de um quarto de hora. Quanto à massagem propriamente dita, fez-me lembrar o Cirque du Soleil e resume-se numa expressão que eu adoro: ehn! Embora não deixe de ser agradável ser apaparicado, o facto de no dia seguinte andar com dores nas costas não é muito bom sinal para quem acabou de ter uma massagem...
(corredor de acesso à sala de tratamento)Na verdade, achei mais agradável o espaço onde se pode relaxar um pouco antes do tratamento, (incluindo sauna, banho turco, jacuzzi tamanho XL e dois duches distintos - um com vários jactos de água reguláveis e um outro que faz lembrar uma chuvada imensa, o meu favorito) que, com apenas uma pequena clarabóia no tecto com luz natural, ajuda efectivamente a descontrair. De qualquer modo, dado o seu tamanho reduzido, no máximo em uma hora começa a cansar.
(espaço de relaxamento)Assim sendo, volto ao início e concluo a dizer que, tal como o Cirque du Soleil, vale pela experiência... mas não repetiria. Em termos de spas e destes pequenos luxos que já não são assim tão inacessíveis, a experiência proporcionada pelo Spa Ritz Four Seasons Hotel é bastante superior, pelo que, para quem quer experimentar, talvez compense gastar um pouco mais mas ter uma experiência claramente marcante.
Finalmente, e porque este post já vai longo, apenas mais dois apontamentos como sugestão, com nota máxima: jantar de sushi no restaurante Aya, nas Twin Towers, e pequeno almoço em Sintra, com aqueles maravilhosos travesseiros da Piriquita... :)
quarta-feira, abril 30, 2008
Adoro...
Have fun! (i do! :) )
:D
O que me leva a questionar... será que este blog deveria mudar de nome para "la vie en vert"? :s Cheira-me que isto merece uma votação, para aproveitar as funcionalidades do template Beta... :)
DISCLAIMER: a Direcção do blog reserva-se o direito de ignorar completamente os resultados da votação!
terça-feira, abril 29, 2008
Eu avisei...
Ainda assim, não chega nem aos calcanhares daquele supra-sumo do design que é o site oficial da Mia.
Deixo-vos o printscreen, mas digo que só uma imagem não faz justiça ao site... por isso visitem-no e deliciem-se com as animações e as cores (e rezem pra não terem um ataque epilético...)
segunda-feira, abril 28, 2008
O look...
terça-feira, abril 22, 2008
Uma mulher e um homem...
quinta-feira, abril 17, 2008
quarta-feira, abril 16, 2008
Ocorreu-me que...
Ainda sem ter concluído sobre o "como?", desde já afirmo que gostava de ser a primeira pessoa a esparregar um frango.
(é tarde, eu tou cansado...)
Será que...
Noutro assunto: tenho fome. Apetece-me um peito de frango grelhado e esparregado :s
terça-feira, abril 15, 2008
What's...
Para mim acho que pode ser esta:
E permitam-me acrescentar: Ainda hoje é 3ª... :(segunda-feira, abril 14, 2008
Depois de...
- uma aula no gym, com muitos saltos pelo meio (como é que é possível alguém ter tanta energia num sábado quase de madrugada? :s);
- o almoço no pitoresco Café Royal (recomendo a tostada de frango com caju e a limonada com hortelã fresca);
- uma tarde de compras pelas lojas da Baixa Lisboeta (ou melhor, window-shopping pela parte que me toca, já que pareço ter deixado o espírito consumista em casa);
- a inevitável visita ao supermercado (não foi realmente a parte com mais glamour do dia, mas era necessária - P.S.: nunca tinha visitado o supermercado num dia em que estivessem a oferecer TANTAS amostras: eram queijos e enchidos, sopa, hamburgueres vegetarianos... até vinho. Na verdade pensámos em deixar de lado os planos de um jantar no Bairro Alto, ir buscar umas cadeirinhas à secção de mobiliário e ficar por ali a jantar, dada a enorme diversidade de comes e bebes à nossa disposição, mas no fim as saudades do Cantinho do Bem-Estar levaram-nos a melhor);
- o descanso de meia hora no sofá da sala a apreciar um óptimo sumo de laranja e maçã;
- um belo jantar no Bairro Alto (com muitos coentros e alho, à boa portuguesa e aquele bolo de chocolate maravilhoso) - e a surpreendente simpatia e boa-disposição do Sr. Do Cantinho (para quem conhece o restaurante, sabe bem porque razão eu escrevo "surpreendente"...); e
- uma ininterrupta deambulação pelas ruas desse mesmo Bairro em que pedimos aos barmen/barmaids que nos surpreendessem com um shot (ah, os tempos da faculdade...), que começou enquanto as ruas ainda estavam bem vazias e terminou cedo, quando essas ruas finalmente começaram a encher de gente (remar contra a maré até acabou por ser mais divertido)...
(sim, é uma garrafa de Eristoff com um "casaco de peles", e ali ao lado é a mão da S. a fazer-lhe uma festinha. Infelizmente não nos deixaram levar o "animal" para casa...)
quarta-feira, abril 09, 2008
segunda-feira, abril 07, 2008
Isto...
"E se todos os amigos fossem como este cão?
Um cão foi visto no meio de uma avenida com muito trânsito, a cuidar do seu amigo, atropelado por um carro. Usando a pata, o cachorro tentava acordar o seu amigo, sem saber que já estava morto…O cão tentava empurrar o seu amigo para fora da estrada. E quando alguma pessoa tentava ajudar, ele rosnava e afugentava todos os que se aproximassem dele.Apesar do tráfego intenso, o cachorro não abandonava o seu amigo."


quinta-feira, abril 03, 2008
*****
Gostava que alguém me explicasse qual é exactamente o papel de cada um aqui, e que se estendesse um pouco mais para além do cliché habitual de "viver o melhor que se pode". Qual é, efectivamente, o objectivo da vida? Nestes últimos dias cheguei à conclusão de que provavelmente a existência da religião deve-se à necessidade de ter algo em que acreditar para além do prosaico dia-a-dia, que de certeza se tornaria intolerável caso não houvesse a esperança de tudo não se acabar com a morte física.
Esquecendo o que existe "para além de...", faz-me alguma impressão pensar no que fica para trás. Chegar ao fim repleto de arrependimentos pelo que se fez e, acima de tudo, pelo que não se fez, parece-me ser uma forma muito triste de terminar a vida e, de facto, viver o dia-a-dia por conta de outrém apenas para chegar ao fim do mês e ter saldo suficiente no banco para pagar as contas e satisfazer um ou outro capricho consumista parece-me cada vez mais despropositado.
Sem menosprezar o que tenho actualmente, apetece-me mudar de vida, deixar tudo para trás e começar de novo. De certeza que voltaria a cair em muitos dos mesmos erros que já fiz até à data, mas de certeza que também optaria por caminhos distintos dos que me trouxeram ao ponto em que hoje me encontro. Acima de tudo, preciso de uma mudança e de mais ar para respirar, nesta última semana sinto-me cada vez com os pulmões mais apertados.
Depois de um longo período em que se tornou cada vez mais dependente e debilitado, o meu pai morreu, faz amanhã uma semana. Penso que nunca tivémos uma relação muito próxima, talvez no fundo nunca o tenha conhecido verdadeiramente, ainda assim esta realidade afectou-me mais do que esperava, deixando-me a mente repleta de pensamentos como os que escrevi nos parágrafos anteriores. É difícil passar por isto e regressar à rotina passados apenas alguns dias. Há tantas questões que se colocam, tantos medos que de repente se descobrem e, lá no fundo, sinto-me triste e zangado por não poder controlar o que acontece à minha volta, por não conseguir esquecer a imagem do caixão, que me assalta de quando em quando, por em determinados momentos me recriminar por me esquecer do que se passou, e por não conseguir vocalizar tudo aquilo que se passa na minha cabeça. Preciso de tempo.
quinta-feira, março 27, 2008
I'll move to Rockferry...
segunda-feira, março 24, 2008
On a brighter note...
No need to think it over,
If i'm wrong I aint right,
No need to look no further,
This ain't lust,
This is love but,
If i tell the world,
I'll never say enough,
Cause it was not said to you,
And thats exactly what i need to do,
If i'm in love with you,
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even If i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere
I'd build myself up,
And fly around in circles,
Wait then as my heart drops,
and my back begins to tingle
finally could this be it
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even If i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere,
Or would it be a waste?
Even If i knew my place should i leave it there?
Should i give up,
Or should i just keep chasing pavements?
Even if it leads nowhere...
*
Mais, custa-me perceber como é que me afecta tanto a situação de uma pessoa com quem nunca foram forjados laços verdadeiramente fortes. Talvez os laços sejam mais fortes do que pensava, ou talvez seja apenas muito difícil reconhecer que ninguém vive para sempre, lidar com esta questão leva a pensar sobre muitas outras, e chego à conclusão que eu, que sempre me identifiquei numa estrutura pessoal sólida, não sou assim tão forte afinal.
Depois, quando se volta à rotina do dia-a-dia, e é impossível não pensar "para quê?"
terça-feira, março 18, 2008
sexta-feira, março 14, 2008
quarta-feira, março 12, 2008
quarta-feira, março 05, 2008
Parece...
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
Depois de uma longa ausência...
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
terça-feira, fevereiro 12, 2008
Buga lá...
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Quem diria...
Diz a Wikipédia que "A versão alemã da bola de Berlim é denominada Berliner Pfannkuchen (bolo berlinense de frigideira), Berliner Ballen (bola de Berlim) ou simplesmente Berliner (berlinense), fora de Berlim. É confeccionada com uma farinha doce com fermento, frita em óleo ou outra gordura, recheada com compotas e polvilhada com açúcar em pó. Por vezes, são também recheadas com chocolate, champanhe ou licor advocaat, ou apresentadas sem qualquer recheio. O recheio é injectado com uma seringa grossa, após a fritura, não sendo visível antes de o bolo ser trincado ou partido."
E assim fica mais uma pitada de informação desnecessária, mas interessante :)
quinta-feira, janeiro 31, 2008
terça-feira, janeiro 29, 2008
Amanhã...
segunda-feira, janeiro 21, 2008
No seguimento...
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Opá...
segunda-feira, janeiro 14, 2008
Eu sei...
sexta-feira, dezembro 21, 2007
E ainda antes de me ir embora...
E, claro, uma música para acompanhar:segunda-feira, dezembro 17, 2007
No seguimento do post anterior...




quinta-feira, dezembro 13, 2007
Mais um dia...
- Carreguem no botão "PLAY";
- FECHEM OS OLHOS (ou olhem para outro lado mas não para o vídeo, minimizem a janela, sei lá, apenas NÃO VEJAM O VÍDEO - se o fizerem o impacto da música esvai-se...)
- Quando a música acabar, podem abrir os olhos novamente, e façam "REPLAY". Desta vez podem ouvir E ver o video.
- Percebem agora porque disse para não verem o video inicialmente? O impacto não teria sido o mesmo, pois não? :P
RESPEITEM AS REGRAS! Senão não vos dou prendas de Natal... :P
quarta-feira, dezembro 12, 2007
E um pequeno P.S....



Hoje...
Cansado, com sono e com vontade de me meter na cama outra vez. E as malucas da gaiola não ajudam. De qualquer modo, para ver se isto arrebita um bocadinho, fica mais uma das minhas músicas de Natal favoritas, desta vez em versão ao vivo.
Mesmo sem música acho que tá fantástica :) E adoro esta canção, os meus instintos de caranguejo dizem-me que o Rodolfo era apenas um patinho feio que precisava de festinhas e miminhos :) [o que me faz pensar - será que a ratinha branca já foi adoptada? :s]
Rudolph, the red-nosed reindeer
had a very shiny nose.
And if you ever saw him,
you would even say it glows.
All of the other reindeer
used to laugh and call him names.
They never let poor Rudolph
join in any reindeer games.
Then one foggy Christmas Eve
Santa came to say:
"Rudolph with your nose so bright,
won't you guide my sleigh tonight?"
Then all the reindeer loved him
as they shouted out with glee,
Rudolph the red-nosed reindeer,
you'll go down in history!
:)
terça-feira, dezembro 11, 2007
A gaiola das malucas #2
Need i say more?
P.S.: Ok, ok, eu admito o meu envolvimento na criação do logo...
Não há-de ser...
segunda-feira, dezembro 10, 2007
E já que me sinto natalício...

(Kylie Minogue - edição especial cd+dvd [Ok, Ok, admito que fiz batota... este já o tenho no mp3, e agrada-me mesmo muito, basicamente anda em repeat até me fartar... :) P.S.: Os CDs estão bastante mais baratos no Media Markt do que na Fnac]...)
(DVD- "O labirinto do fauno"... - assisti no cinema e achei fantástico, para quem gosta do fantástico... :)) (Paula Rego - não preciso dizer mais nada, pois não? Simplesmente adoro o trabalho dela [este em particular já tem dono, está em exposição no museu Berardo, para quem quiser ver em pormenor e ao vivo]]...)
(Ratazana albina... sim, talvez esta seja a sugestão mais "estranha" da lista. Mas passo a explicar - ontem passei numa loja de animais para comprar uns presentinhos de natal para o Óscar e a Piriquita (os meus cães, que vivem no Alentejo em casa dos meus pais) e a rapariga da loja andava com uma ratazana cinzenta a passear em cima do ombro. Eu não resisti a fazer umas festinhas e umas perguntas e a rapariga disse-me que tinham uma ratazana branca para oferecer, porque tinha sido abandonada com eles depois de ser maltratada por uns tempos... e eu fiquei apaixonado pelo bichinho... :s)
(livro "A Bússola Dourada" - o primeiro da trilogia - já que fui ver o filme na passada sexta-feira e gostei, e fiquei com vontade de ler o livro para conhecer a história com mais detalhes...)


