quarta-feira, junho 06, 2007

terça-feira, maio 22, 2007

Sugestão de Maio

recycle
É isso mesmo! Toca a reciclar!
Parece que o tema do dia, da semana, quiçá do ano presente e vindouros é mesmo o ambiente.
Não sendo um fanático da ecologia, assisti recentemente a uma palestra que me elucidou um pouco mais sobre aquilo que temos vindo a fazer ao nosso querido planeta, pelo que me parece ser mais que altura de começarmos a fazer qualquer coisa que modifique a situação actual. E já que o(s) governo(s) parece um bocado envergonhado em relação a tomar medidas de grande impacto, comecemos nós próprios naquilo que nos for possível: como exemplos simples - separar o lixo em casa para reciclagem, fechar a torneira do lavatório enquanto se escovam os dentes, colocar a máquina de lavar loiça em temperaturas mais baixas, optar por uma manta nas pernas no inverno em vez do aquecimento constante e, no verão, toca a andar em pelota e esquecer o ar condicionado (se for preciso encorajamento, arranje-se companhia!)
Para mais ideias aplicáveis fica a sugestão: http://www.ecocasa.org/index2.php

segunda-feira, abril 09, 2007

Sugestão do Mês

Aqui fica a sugestão de sempre...


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Até final do mês de Abril. E, em versão electrónica e completa, a galeria virtual.

Filosofia de Ponte (25 de Abril)

Vinha eu ontem no comboio de regresso a Lisboa na companhia do Saramago quando, ao ler uma das suas intermináveis frases que tanto me aprazem, me deparei com a questão do copo meio cheio ou meio vazio. Na frase em questão (in "As intermitências da morte") flutua-se um pouco sobre a questão do pessimismo e do optimismo, da visão corriqueira do copo meio cheio ou meio vazio, seja ele de água, de vinho (tinto ou branco - para mim prefiro o branco porque o tinto me dá a volta a estômago) ou, quiçá, o proverbial Champomi (ou fosse lá qual fosse a marca do champagne para crianças).

Não me vou alongar em filosofias, até porque na verdade nunca foi das minhas disciplinas preferidas... mas a questão do copo meio cheio ou meio vazio deixou-me a pensar, talvez derivado do embalar do comboio ou da má qualidade da luz. Ora para mim não é imediato que um copo meio vazio indique uma pessoa pessimista, nem a visão de um copo meio cheio surja de imediato a alguém para quem o mundo corre sempre às mil e uma maravilhas. Como tudo, resume-se a uma questão de enquadramento. Cá para mim, quem sabia de tudo era o Einstein, a verdade é que realmente tudo é relativo, se há meia hora atrás o copo estava cheio e neste momento se encontra pela metade, então o copo está meio vazio, se há quinze minutos o copo estava sequíssimo e agora se encontra meio de líquido (se fosse de areia o raciocínio seria o mesmo mas a imagem seria mais estranha) então encontra-se meio cheio. Sou pessimista ou optimista? Talvez realista seja o adjectivo mais adequado - ou apenas estranho por perder algum tempo a pensar nestas questões - ainda assim concluo, exactamente ou não, que um acontecimento isolado não é suficiente para definir um modo de ser, para aplicar um adjectivo, seja ele qual for. A passar pela ponte e ao ver as luzinhas da cidade lá em baixo conclui, certo ou não, ser a repetição que nos condiciona a ver as coisas de determinada forma, a rotina instalada e a tradição hipotética ou real.

No final da ponte contentei-me com este desfecho e decidi que chegava de folosofias, baratas ou caras, ainda me pergunto para que serviu, se para mais do que escrever umas quantas linhas, será que o bilhete do comboio incluia um extra reservado ao serviço de filosofia de ponte?

quinta-feira, março 29, 2007

QUEM É VIVO...

...sempre aparece.

E olha eu aqui, vivinho da silva, qual D. Sebastião retornado dos nevoeiros... ;) Missed me?

terça-feira, outubro 31, 2006

E aqui fica...

... uma sugestão cultural para o início do fim de semana: concerto conjunto do Coro Ricercare e da Orquestra Sinfonietta de Lisboa - "Requiem" de Mozart.

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Enjoy!

quinta-feira, setembro 14, 2006

A novidade...

... de mudança de estação.
Já que em termos de escrita não parecem haver grandes novidades nos últimos tempos, ao menos vai-se brincando um pouco com o template, acrescentando aqui, tirando ali, etc etc. A novidade hoje fica com a "chat-box" ali ao lado... em rosa para condizer com o resto e para vos alegrar o dia... ;) Passo a explicar: funciona como uma janela de msn: escreve-se e, se eu estiver online, respondo. A não ser que esteja mal disposto :P Enjoy!

quinta-feira, agosto 24, 2006

Sim, eu sei...

... pela inactividade deste blog parece que o dito-cujo morreu. Mas não, não é verdade, continuamos apenas no deserto da des-inspiração (ou talvez da preguiça). Nem sei do que vos fale... sugestões? :s

segunda-feira, julho 17, 2006

segunda-feira, junho 26, 2006

Foi ontem.

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...to me.
E um obrigado a todos os que festejaram comigo a passagem para os 27 :)

sexta-feira, maio 26, 2006

"Narcissus"

Aqui está aquilo que me tem ocupado os poucos tempos livres nestes últimos dias. Agora parece-me uma altura tão boa quanto outra pra começar a fazer a divulgação, já que a data se aproxima:


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Trata-se tão somente da próxima exposição de trabalhos (cuja preparação tem tomado bastante do meu tempo) a realizar no já familiar restaurante "Império dos Sentidos". Para quem não conhece, fica no Bairro Alto. Mais detalhes de certeza que aparecerão nas páginas amarelas :P

Entre 6 de Junho e 2 de Julho podem dar lá um pulo para jantar, apreciar a comida e os trabalhos nas paredes, criticar o que vos apetecer. Quiçá, até podem adoptar uma tela e levá-la convosco para casa*.

E, na impossibilidade de lá irem, fica o link para a exposição virtual (a ser actualizada em breve):

http://photos.yahoo.com/expo_virtual


*Mediante o pagamento de uma módica quantia. Se forem leitores do blog eu até faço um desconto :).

quinta-feira, maio 18, 2006

Tenho andado...

... desaparecido dos ambientes do blog, mas é verdade é que ando ocupado ocupado ocupado com algumas coisas. O próximo post explicará os porquês...

quinta-feira, abril 27, 2006

Os meus pequenos vícios 1

vício
substantivo masculino
1. defeito pelo qual uma pessoa ou uma coisa se afasta do tipo considerado normal, ficando inapto a cumprir determinado fim;
2. hábito profundamente enraizado de acções consideradas moralmente condenáveis; libertinagem; desmoralização;
3. mau hábito; costume condenável;
4. erro contra as regras da arte ou da ciência;
5. propensão irresistível; disposição natural;
6. erro;
7. imperfeição;
8. dependência em relação ao consumo de determinada substância (álcool, tabaco, etc.);
9. popular cio dos animais.
São as estas as definições possíveis no dicionário da Porto Editora, edição online.
Antes de mais, convirá esclarecer de que vícios falo, tendo em conta a grande diversidade que se me deparou quando pesquisei pela definição exacta. Vou optar pelas opções números 5 e 8 e falar um pouco sobre a minha propensão irresistível, ou disposição natural, para apreciar coisas boas, de cujo consumo acabo de certa forma a depender.
Comecemos por coisas simples, um pequeno pecado, pelo menos tendo em conta a actualização dos mesmos feita recentemente pela igreja . Uma série de TV.
Não me irei alongar muito porque, estranhamente ou talvez não, hoje é um daqueles dias em que a inspiração não pulula em meu redor (será da fase da lua ou da mudança de clima?). De qualquer modo, poucas linhas chegarão para chamar a atenção para o que, na minha opinião, é uma das séries actuais em que abundam textos de boa qualidade e uma banda sonora original e invejável. Se assim não fosse, não seria um dos meus vícios. Faz sentido, não é?
Apresento-vos: The L Word.

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Admito que fiquei interessado desde o primeiro episódio que vi. E nem sequer é pelo facto de serem (quase) todas lésbicas. Talvez isso até tenha ajudado a captar a minha atenção no início, mas com a continuidade, o estabelecimento do vício, é um pormenor que se torna secundário para o universo de cada personagem. A ligação ao mundo real, os pormenores dos diálogos e da interpretação, a facilidade com que se percebem as atitudes, os sentimentos, cada personagem.
Vale a pena ver, rever e ouvir a banda sonora no leitor de mp3 enquanto se espera pelo metro ou noutro sítio qualquer.
Recomendo: Fox, em repetição ad eternum (será?) nas noites de sexta feira, ou, em melhor opção: a colecção em dvd. Vale a pena.